Bomba Hale modelo DSD

Fabricante: Hale
SKU: HLV2436

BOMBA DE INCÊNDIO MEIA-NAU (MID-SHIP) DE 1250 GPM                                      

I.- GENERALIDADES:

- A bomba será do tipo Meia-Nau própria para instalação sobre as longarinas, atrás da cabina de tripulação, com acionamento através do cardã do chassis por meio de caixa de transferência por engrenagens. Sua capacidade nominal será de 1250 GPM (3800LPM)@ 150psi (10.3bar), conforme NBR 14096 ou NFPA 1901.

- Junto com a proposta, o fornecedor deve apresentar certificado de bomba similar produzida, comprovando o atendimento à norma NBR 14096 ou NFPA 1901, assim como comprovação de possuir assistência técnica com peças em estoque, em um raio máximo de 100 Km da sede do CSMOpB (sujeito a diligência).

II.- CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:

- O projeto da bomba Meia-Nau deve prever um corpo único fundido, apoiado transversalmente nas longarinas de um chassis comercial existente no mercado nacional, com potência mínima de 230HP.

- A bomba completa, deve ser testada no próprio fabricante, simulando as condições exigidas pela NFPA ou ABNT, antes do embarque. O certificado expedido, de atendimento aos testes de bombeamento, devem ser apresentados ao comprador para aceitação, antes do embarque .

- A bomba completa, deve passar por teste hidrostático a uma pressão de 600 psi (41 BAR). O teste deve ser feito nas instalações do fabricante da bomba, atendendo aos quesitos da NFPA 1901/2003 ou NBR 14096/98.

- A carcaça da bomba deverá ser construída em liga de ferro fundido com granulação fina e resistência à tração mínima de 2069 bar. Todas as partes móveis em contato com a água devem ser em aço inoxidável ou bronze. Materiais fundidos com resistência inferior a 2069 bar não serão aceitos. O fornecedor deverá apresentar certificação de teste de resistência do material fundido empregado na construção da bomba.

- O projeto da carcaça da bomba deve permitir sua divisão no plano vertical (bi-partida) para facilidade de remoção do conjunto inteiro do rotor, incluindo os anéis de desgate e rolamentos, sem interferir com a tubulação ou com a montagem da bomba no chassis.

- O eixo da bomba deve ser firmemente suportado por dois rolamentos para garantir uma deflexão mínima. Os rolamentos devem ser para serviço pesado, do tipo esferas com pista profunda.

- No lado interno da viatura, a bomba deve possuir selo mecânico, do tipo mola, auto ajustável. A construção do selo mecânico será com anéis de vedação de carbono, com molas helicoidais em aço inoxidável, assento em carbeto de tungstênio e borracha VITON.

 

- O rotor da bomba será em bronze com granulometria fina, usinagem precisa, com balanceamento individual. As pás do rotor devem estar dimensionadas de forma a prover ampla reserva de capacidade, consumindo o mínimo de potência possível.

- O eixo da bomba deve ser em aço inoxidável, com tratamento térmico em forno elétrico. As vedações do eixo será por retentores de lábio duplo para manter a água e contaminantes fora da caixa de engrenagens.

- A transmissão de torque e potência do motor da viatura para a bomba será através da caixa de engrenagens, montada e testada na fábrica do fabricante da bomba. A caixa de engrenagens deve estar dimensionada para um torque de no mínimo 2160 kgf x m, provenientes do motor e transmissão.  O proponente deve apresentar com a proposta, desenho em corte da bomba e caixa de transferência, demonstrando a possibilidade de opção por no mínimo cinco (5) relações de multiplicação.

- A relação de multiplicação da caixa será selecionada pelo fabricante da bomba, de forma a proporcionar o melhor rendimento com o motor e a caixa de marchas do chassis selecionado pelo comprador.

O projeto da bomba deve prever a possibilidade de se optar pelos seguintes acessórios:

1. Engate pneumático, com cilindro em liga de alumínio tratada e haste em aço inoxidável. O controle na cabina deve possuir interlock para a posição bombear e marcha, conforme NBR 14096 ou NFPA 1901.

2. Conjunto de luzes de engate, instaladas no painel de operação da bomba e na cabina do motorista, em conformidade com a NBR 14096 ou NFPA 1901.

3. A bomba de escorva, que opcionalmente, pode ser parte do fornecimento da bomba de água e deve ser do tipo de deslocamento positivo, de palhetas, sem lubrificação e deve atender ao desempenho descrito na NBR 14096 ou NFPA 1901. Haverá somente um único controle que acione o motor da bomba em conjunto com a abertura da válvula da escorva.

4. Válvula de alivio. A bomba deve estar equipada com um mecanismo de controle automático da pressão. Deve ser fornecida uma válvula de alívio com ajuste variável, de forma a manter ampla capacidade para prevenir aumento indesejável da pressão, conforme NBR 14096 e NFPA 1901. A válvula de alívio deve estar normalmente fechada e deverá abrir contra a pressão da bomba, sinalizando por uma luz instalada no painel de operação da bomba. Na eventualidade de uma falha no controle da válvula, a bomba deve permanecer operável em todo o campo de vazões e pressões nominais, sem a necessidade de fechar qualquer válvula de emergência.

BOMBA DE INCÊNDIO MEIA-NAU (MID-SHIP) DE 1250 GPM                                      

I.- GENERALIDADES:

- A bomba será do tipo Meia-Nau própria para instalação sobre as longarinas, atrás da cabina de tripulação, com acionamento através do cardã do chassis por meio de caixa de transferência por engrenagens. Sua capacidade nominal será de 1250 GPM (3800LPM)@ 150psi (10.3bar), conforme NBR 14096 ou NFPA 1901.

- Junto com a proposta, o fornecedor deve apresentar certificado de bomba similar produzida, comprovando o atendimento à norma NBR 14096 ou NFPA 1901, assim como comprovação de possuir assistência técnica com peças em estoque, em um raio máximo de 100 Km da sede do CSMOpB (sujeito a diligência).

II.- CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:

- O projeto da bomba Meia-Nau deve prever um corpo único fundido, apoiado transversalmente nas longarinas de um chassis comercial existente no mercado nacional, com potência mínima de 230HP.

- A bomba completa, deve ser testada no próprio fabricante, simulando as condições exigidas pela NFPA ou ABNT, antes do embarque. O certificado expedido, de atendimento aos testes de bombeamento, devem ser apresentados ao comprador para aceitação, antes do embarque .

- A bomba completa, deve passar por teste hidrostático a uma pressão de 600 psi (41 BAR). O teste deve ser feito nas instalações do fabricante da bomba, atendendo aos quesitos da NFPA 1901/2003 ou NBR 14096/98.

- A carcaça da bomba deverá ser construída em liga de ferro fundido com granulação fina e resistência à tração mínima de 2069 bar. Todas as partes móveis em contato com a água devem ser em aço inoxidável ou bronze. Materiais fundidos com resistência inferior a 2069 bar não serão aceitos. O fornecedor deverá apresentar certificação de teste de resistência do material fundido empregado na construção da bomba.

- O projeto da carcaça da bomba deve permitir sua divisão no plano vertical (bi-partida) para facilidade de remoção do conjunto inteiro do rotor, incluindo os anéis de desgate e rolamentos, sem interferir com a tubulação ou com a montagem da bomba no chassis.

- O eixo da bomba deve ser firmemente suportado por dois rolamentos para garantir uma deflexão mínima. Os rolamentos devem ser para serviço pesado, do tipo esferas com pista profunda.

- No lado interno da viatura, a bomba deve possuir selo mecânico, do tipo mola, auto ajustável. A construção do selo mecânico será com anéis de vedação de carbono, com molas helicoidais em aço inoxidável, assento em carbeto de tungstênio e borracha VITON.

 

- O rotor da bomba será em bronze com granulometria fina, usinagem precisa, com balanceamento individual. As pás do rotor devem estar dimensionadas de forma a prover ampla reserva de capacidade, consumindo o mínimo de potência possível.

- O eixo da bomba deve ser em aço inoxidável, com tratamento térmico em forno elétrico. As vedações do eixo será por retentores de lábio duplo para manter a água e contaminantes fora da caixa de engrenagens.

- A transmissão de torque e potência do motor da viatura para a bomba será através da caixa de engrenagens, montada e testada na fábrica do fabricante da bomba. A caixa de engrenagens deve estar dimensionada para um torque de no mínimo 2160 kgf x m, provenientes do motor e transmissão.  O proponente deve apresentar com a proposta, desenho em corte da bomba e caixa de transferência, demonstrando a possibilidade de opção por no mínimo cinco (5) relações de multiplicação.

- A relação de multiplicação da caixa será selecionada pelo fabricante da bomba, de forma a proporcionar o melhor rendimento com o motor e a caixa de marchas do chassis selecionado pelo comprador.

O projeto da bomba deve prever a possibilidade de se optar pelos seguintes acessórios:

1. Engate pneumático, com cilindro em liga de alumínio tratada e haste em aço inoxidável. O controle na cabina deve possuir interlock para a posição bombear e marcha, conforme NBR 14096 ou NFPA 1901.

2. Conjunto de luzes de engate, instaladas no painel de operação da bomba e na cabina do motorista, em conformidade com a NBR 14096 ou NFPA 1901.

3. A bomba de escorva, que opcionalmente, pode ser parte do fornecimento da bomba de água e deve ser do tipo de deslocamento positivo, de palhetas, sem lubrificação e deve atender ao desempenho descrito na NBR 14096 ou NFPA 1901. Haverá somente um único controle que acione o motor da bomba em conjunto com a abertura da válvula da escorva.

4. Válvula de alivio. A bomba deve estar equipada com um mecanismo de controle automático da pressão. Deve ser fornecida uma válvula de alívio com ajuste variável, de forma a manter ampla capacidade para prevenir aumento indesejável da pressão, conforme NBR 14096 e NFPA 1901. A válvula de alívio deve estar normalmente fechada e deverá abrir contra a pressão da bomba, sinalizando por uma luz instalada no painel de operação da bomba. Na eventualidade de uma falha no controle da válvula, a bomba deve permanecer operável em todo o campo de vazões e pressões nominais, sem a necessidade de fechar qualquer válvula de emergência.